quinta-feira, 27 de maio de 2010

É questão de vivenciar

Maturidade. Tenho pensado bastante sobre essa palavra ultimamente, uma vez que tenho que ser madura o suficiente para escolher o que vou fazer pelo resto da minha vida em apenas um ano com uma idade que sinceramente não é a mais conhecida por conter um equilíbrio emocional bom. Mas será que maturidade seria isso? Equilíbrio emocional? Bom, acho que faz parte. Entretanto com um pouco que observo dessa vida, percebi que maturidade vem através de experiências, não importa se tem 16 anos, ou 24 anos, ou talvez 50 ou até mesmo 12, o que importa é o que você já passou. Todos nós já tivemos a sensação de olhar pra trás e dizer:  - Como eu era idiota. Ou algo do tipo, como: - Que merda que eu fiz. Não importa!
 O importante é que você reconheceu o erro, e isso mostra que amadureceu (pelo menos em relação a isso), mas pra ganhar essa maturidade,  teve que passar por isso, teve que errar,  pra adquirir a experiência entende? para não fazer de novo. Claro que pessoas mais velhas, tendem a ser mais experientes, mas isso não quer dizer que o fato de ser mais novo diz que você não é capaz, que não pode entender, ou que não é mais maduro que alguém mais velho.
 A questão é, ser maduro é assumir seus erros, é aprender com o que passou, seja isso bom ou ruim. Mas também é ter mente aberta, é respeitar as diferenças quais sejam, e acima de tudo não julgar o outro por aparências ou preferências. Por exemplo: não é porque você se veste de uma forma mais alegre que você seja gay (no caso do homem), ou se você gosta de desenhos animados, mangás e rpgs que você é imaturo, ou talvez porque você seja bem desenvolvido com as palavras e conversa sobre tudo, que você é mais maduro do que outras pessoas.
 O que eu quero dizer, é que é preciso aceitar as pessoas como elas são, e respeitá-las acima de tudo,  é preciso aprender com seus próprios erros e assumir que as coisas não são sempre como a gente quer. E assim a cada ano que vai passando, a cada experiência que se vai vivenciando, vamos nos tornando mais maduros. E espero eu ter essa maturidade para traçar meu futuro agora.

Dedico esse texto a Paulo Vinícius.